Toc-toc!
Quem é?
É o outono, galera!

(Ai, gente! Que começo de post brega! SOS.)
A falta de criatividade deve ser culpa do remédio pra gripe que tô tomando e que tá me deixando bem "grog". Só durmo o dia todo =(

Cafonices à parte, o outono já está entre nós, e como é de costume, preparei uma playlist com indicações musicais pra receber a nova estação.

Que que tem de novidade dessa vez?
5 artistas maravilhosos com 5 clipes fofos que trazem cartela cromática e sonoridade que combinam com a atmosfera nostálgica e, porque não dizer, romântica do outono.

É pra ouvir, curtir e se apaixonar, vem ver:

THE HONEY TREES

Não consigo classificar com outra palavra que não seja FOFA essa dupla de dream pop, um subgênero do rock alternativo que surgiu nos anos 80.
As referências estéticas do clipe de To Be With You parecem ter saído de livros de contos infantis antigos: dá pra notar que tem um pouco da fantasia de Alice, um pouco de O Mágico de Oz e um pouco de Hobbit, tudo numa cartela cromática inquestionável que serve de fundo pra vocais e instrumentais delicados.
Eles serviram de referência e inspiração pro meu TCC também, viu? Quase emplacaram a trilha sonora oficial do trabalho.
Ah,  eles adoram "bosques mágicos" com muito musgo e florzinhas delicadas também! Paixão <3


Preciso dizer que tô querendo muito um vinil deles?

THE STAVES

Mais um dos meus achadinhos de Spotify, o The Staves é um trio de folk/indie britânico.
As três irmãs são conhecidas pelo estilo sofisticado com que mesclam vocais e instrumentais de forma precisa. Até me faz lembrar um pouco da Norah Jones em alguns momentos.
É muita phyneza, mores!


Vocês já sabem que eu sempre imagino cenas quando tô ouvindo música, né?
Pois bem, quando ouço The Staves, me imagino numa casinha de madeira envelhecida por fora com uma escadinha de 3 degraus na frente da porta no meio de um bosque com alces albinos.
Tem neblina do lado de fora e eu tô lá dentro descalço, sentado em cima do tapete folheando um livro antigo com uma luz bem suave e amarela vinda de um abajur que tá em cima de uma mesinha vintage ao lado do sofá (vintage com forro de crochê) com uma caneca de chá (essa da ilustra do topo do post) ao meu lado no chão enquanto o som das meninas toca na vitrola. E eu poderia passar o resto da vida apenas assim.
Muita viagem? SIIIIM.
Porque The Staves é muito amor! Viva Mexico!



LUCY ROSE

Lucy é meu xodozinho porque é fofa sem mimimi.
É menininha com os pés no chão, até na lama se for preciso.
Aliás, Lucy está sempre "de cara limpa", com sardas e olheiras à mostra e isso é uma das coisas que mais me atrai em seu trabalho encantador.

A voz delicada é apenas pra ornar com as experiências e histórias -ora simples e descomplicadasm ora maduras- que as letras de suas músicas e seus clipes apresentam.
A base harmônica de suas músicas trazem, junto com combinações delicadas de instrumentos e acordes simples, uma certa dose de nostalgia que me leva às estrelas com passagem só de ida.

Veja a seguir o clipe de Scar e pode assinar lá em baixo dizendo que eu tava certo!



ASPIDISTRAFLY

Nostalgia, sonho, fantasia e leveza seria um bom conjunto de palavras pra tentar definir Aspidistrafly, o duo de folk de Cingapura que lembra um pouco The Honey Trees mas parece ter o dedo de Tim Walker em alguma etapa da produção.
Aliás, por falar em Tim Walker, preciso dizer que o grande lance do Aspidistrafly é trabalhar conceito em narrativa visual e tátil dando outra dimensão aos vocais e às composições de April Lee, a vocalista da dupla. Por isso que o clipe à seguir apresenta apenas "imagens aleatórias" e não uma história linear, mas na verdade, há um porque pra cada frame (e o som é muito delicinha tipo sessão de cinema com a melhor amiga em casa regado a brigadeiro, gente!).
Dá uma olhada:



JAMES VINCENT MCMORROW

Ele é apenas o novo rei da minha playlist, tá?
Queria deixar claro que os vocais de James são equivalentes a vale massagem relaxante pra mim.
James é Irlandês, tem um álbum lindo chamado Post Tropical que tem flamingo na capa, músicas maravilhosas e alcança agudos com uma facilidade que até Ariana Grande chora.

O trabalho de James é mais conceitual e exige uma certa perspicácia para ser apreciado: o álbum Post Tropical ganhou uma trilogia de clipes que conta uma história um tanto quanto confusa, porém, fotograficamente divina. Vale muito a pena conferir, mas como a trilogia é um pouco longa, separei o clipe de Gold pra mostrar pra vocês:




Você já conhecia algum dos artistas ou dos clipes? E o que acha do outono? Tem indicação de artistas legais pra dividir?
Compartilha tudo aqui na caixinha de comentários, vai...

Bjs do Math

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