Acho que eu não preciso de muitas palavras pra tentar explicar porque o Netflix é o novo mozão da nossa geração, né?
O NetMôze é lindo porque ele cumpre o que há tempos atras a gente ouviu falar que aconteceria com a TV paga, mas nunca chegou a acontecer da forma como a gente queria ou imaginava que seria possível: total flexibilidade pra gente criar a nossa programação como e quando a gente quiser.

Ok que o catálogo dele aqui no Brasil é consideravelmente limitado, mas desde que assinamos Netflix aqui em casa, acho que passo mais horas nele e no Youtube do que na TV a cabo (que a gente ainda não cancelou por motivos de novela -sim, somos um pouco noveleiros).

E o que eu fico assistindo no Netflix?
Fiz uma lista com minhas séries favoritas do momento e apresento pra vocês a seguir.

Apenas lembrando que esse post não é (nem tem a menor pretenção de ser) um conjunto de resenhas ou críticas técnicas sobre séries.
Os relatos são humildemente apresentados baseados no meu gosto sobre as séries que eu tô assistindo e amando, sem mais.


Bates Motel é uma série baseada nos personagens de Psycho (que em Portugês virou Psicose), aquele filme clássico do Hitchcock -baseado no romance homônimo- que traz a icônica cena da moça sendo perseguida por "uma faca" atrás da cortina do banheiro (se você ainda não assistiu esse filme, vai lá no Netflix, assiste e depois volta pra gente continuar a conversa, meu amor).

Geralmente quando se explora um clássico na tentativa de fazer uma releitura, todo mundo fica com muito medo de ser um desastre.
Eu comecei a ver Bates Motel antes de assistir Psicose (ele já tava na minha lista há muito tempo mas eu sempre adiava) então eu não conhecia os personagens, mas me apaixonei pela atmosfera de suspense com clima retrô da série desde o primeiro momento.

Mas aí no meio da segunda temporada eu assisti o filme e tcha-ram: QUERO ME CASAR COM ESSA SÉRIE!

A construção dos personagens na série foi elaborada de forma tão inteligente e gostosa de se ver que dá a sensação de estar assistindo vídeos de câmeras escondidas que mostram outros pontos de vista da história, explorando aspectos até então desconhecidos da vida e da história de Norman e Norma Bates.
Na real, essa é a premissa da série: ser um prólogo contando fatos que justifiquem as -ao mesmo tempo- fascinantes e temidas atitudes de Norman Bates mostradas no filme.

Pra não dar spoiler, o que posso garantir é: uma série bem viciante com trabalho primoroso de elenco, direção e fotografia bem resolvidas, uma Norma Bates bem lynda e loka ao mesmo tempo, além de um Norman Bates bem gatinho que tem um irmão mais velho e mais colírio ainda.
É bem viciante e dá vontade de ver um capítulo após o outro sem parar.


Sarah Manning é uma suburbana V1D4 L0K4 (tipo uma Miley Cyrus só que gótica trevosa nada suave)  envolvida com tóxicos que vê um clone seu se suicidar diante de seus olhos (sem saber que se trata de um clone. Nesse momento, ela apenas acha que é uma moça muito parecida).

Como ela é bem safada, resolve dar uma de espertinha e tirar proveito da situação, já que a moça que tá lá jogada nos trilhos do metrô era -literalmente- a sua cara; Sara cracuda rouba os documentos da mortiane e depois de uma breve stalkeada, decide viver a vida da moça pois achou que ela fosse rykah e que tinha uma vida de Kardashian.

Mas a verdade é que Sara está se envolvendo em uma trama cheia de suspense, ação e muita treta científica sem saber que tanto ela quanto a moça que se suicidou fazem parte de um grupo de clones que está sendo explorado em um experimento genético e que elas foram controladas de longe por um grupo de cientistas bem suspeitos o tempo inteiro

Não vou contar mais detalhes pra não encher o post de spoiler, mas ela morre no final (tô de brinks. ALOKA) tudo o que você tem que saber sobre a série é que a Sara vai se meter em tanta confusão que só vai restar a ela parar e se perguntar "onde é que eu fui amarrar meu jegue, 100or?".

Atualmente no topo da minha lista de séries preferidas, Orphan Black tem roteiro excelente e traz ação e suspense na dose certa, com uma história bem amarrada e elenco impecavelmente afinado.
Destaque total para a atuação de Tatiana Maslany, que interpreta a protagonista e seus clones.
Sério: a mulher é tão maravilhosa que em nenhum momento uma personagem lembra a outra, mesmo sendo todas vividas pela mesma atriz.



Deve ser coisa meio de louco, mas em 97% dos casos, eu não consigo gostar das séries enquanto tá todo mundo falando delas sem parar. Todo esse auê me dá muita preguiça e eu espero a poeira baixar pra começar.
É o que aconteceu por exemplo com Sense8: todo mundo fala e conta tantas maravilhas que eu resolvi dar uma chance tentando contrariar essa minha mania de ser do contra, mas não deu em outra: tive apenas muita preguiça e DETESTEI.

Mas Narcos foi exceção: a série, que é dirigida por José Padilha e traz Wagner Moura dando vida ao principal personagem da história, o traficante Pablo Escobar, é tiro, porrada e bomba (mais sexo do que bomba, na verdade) mal chegou e já conseguiu segurar minha atenção sem fazer muito esforço.

Baseada em fatos reais e muito bem recebida pelo público e pela crítica, a série produzida pelo Netflix conta a história do tráfico e da propagação da cocaína que era produzida na Colômbia e levada para dentro dos Estados Unidos através de uma rede de traficantes conhecida como Cartel de Medellin.

Narcos foi disponibilizada pelo Netflix recentemente e eu ainda não consegui assistir todos os capítulos, mas tô gostando bastante do ritmo e da narrativa da série, que mescla imagens fictícias com gravações reais, dando ainda mais veracidade e enriquecendo esteticamente a produção.

Palmas para a abertura bem bonita de se ver e para a música tema, delícia de se ouvir! <3


Moze, se você tem medinho, pode pular para o próximo tópico.
American Horror Story é mais uma das série que me deu preguiça no começo mas resolvi dar uma atenção especial depois da recomendação de uma amiga que curte coisas do gênero e tem sempre boas indicações. E eu gostei tanto que assisti a primeira temporada quase que de uma vez só...

A cada temporada, a série traz uma nova história com diferentes personagens em diferentes cenários;
a primeira se passa em uma casa assombrada por espíritos dos antigos moradores, a segunda em um hospício e a terceira -que eu tô assistindo atualmente- apresenta um clã de bruxas contemporâneas.

Até o presente momento, notei que a série sempre traz alguns elementos estéticos retrô na história, fazendo um link entre o presente e o passado, mas o mais interessante é a abordagem dos temas, que sempre mostram problemáticas existentes na sociedade e nas famílias dos dias de hoje.

Uma curiosidade sobre a série é que as temporadas não tem -pelo menos até onde eu vi- uma ligação com a outra, ou seja, você não precisa assistir de forma linear. Dá pra assistir qualquer temporada na ordem que quiser.

Outra informação importante é: eu não tenho medo de filmes ou séries de terror e nenhum até hoje me deixou assustado pra valer, porém, considero AHS uma série forte. Logo, volto a repetir a primeira parte desse tópico: se você tem medo ou fica perturbado pensando depois de assistir coisas desse gênero, é melhor não arriscar!

A série explora o próprio ser humano como elemento "assustador" na história, mostrando coisas espantosas que o ser humano é capaz de fazer, mas também explora coisas sobrenaturais em uma mistura bem interessante.

Sem spoiler, vamos pra próxima...


Descobri Downtown Abbey em uma das aulas de história da moda na faculdade, onde o professor recomendou a série como objeto de estudo devido ao figurino irretocável e quando comecei a assistir e vi o link entre o naufrágio do Titanic e os acontecimentos da série, me apaixonei logo de cara.

A série se passa numa mansão/castelo e mostra a vida das Kardashians de época ryka que moravam lá com seus muitos empregados. É tipo um reality show das antiga com uns babado aqui e outros ali...

Ainda não assisti muitos capítulos de Downtown Abbey mas já tô apaixonado e recomendo porque sim. Se você gosta de modas também, não deixe de ver e desejar várias peças sensacionais do figurino dos personagens... <3

E se você acha que apenas minha indicação não é suficiente, posso te dizer que ela já levou o Emmy de melhor série e entrou pro livro dos recordes por ser a série mais aclamada pela crítica.
Vráááá, kirida! Tá bom pra você?

Além disso, tem outras séries maravida disponíveis no Netflix como Homeland, Person of Interest, Hannibal e The Following, que eu amo e já apresentei aqui no blog em outros momentos.
Se você ainda não assistiu, vale a pena dar uma olhadinha lá na sua conta do Netflix e acrescentar na sua lista...

E não, eu não assisto Ru Paul. Tenho preguiça e só coloquei no topo do post pra fazer graça porque um mini erê de travesti cochichou no meu ouvido pra fazer isso.
Brincadeira, gente... Nem sei porque coloquei RuPaul lá em cima, mas quero aproveitar pra dizer que de drag brilhosa e purpurinada aqui basta eu. Tô zoando (eu sempre tô zoando, né?), mores. A verdade é que esse post vai ter continuidade com meus filmes favoritos do Netflix e com outras séries também e eu prometo dar uma chance pras drag. E se rolar, elas entram na próxima lista.

Bjs do Math e boa semana, pessoal!
<3

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