Esse post tá tão atrasado que eu quase joguei fora, mas é aquele ditado: eu tive tanto trabalho pra fazer essas colagens que não sou obrigada, né nom, manas?

Aproveitando que o primeiro mês ~acabou de acabar~ (foi bom porque já deu pra ter uma idéia do que eu vou conseguir colocar em prática ou não), lá vai a minha lista de metas para 2016.
Eu sei que parece piada pronta ver um post assim em fevereiro, mas por essa água de Jesus, não me julguem!

1. SER MAIS REGULAR

A primeira e mais difícil pra mim, que sou uma negação em organização, é ter regularidade na vida, no blog, no canal ou em qualquer coisa, rs.
Ainda tem como agravante o fato de que eu não tenho assistente (tive que demitir a Kim Kardashian), logo, faço tudo ao mesmo tempo e sozinho: escrever post, fazer ilustração, postar no instagram, gravar, editar vídeo, fotografar, editar fotos, responder comentários aqui, no facebook, no insta, dar as caras no snapchat, cuidar do Sushi, viver um pouco, se der tempo, etc etc.
Eu sei que tem gente que consegue fazer muito mais coisas, mas não venham me arrasar: não é fácil mesmo fazer tantas coisas ao mesmo tempo.

Aproveitando o gancho, queria dizer mais uma vez que se demoro a responder os comentários de vocês aqui no blog, no canal ou em qualquer outro lugar é pelo motivo anteriormente citado: sou um só e prefiro dar atenção de forma honesta e digna ao invés de apenas copiar e colar a mesma resposta pra todo mundo.

E o que eu tenho feito pra tentar manter a regularidade?
Eu tinha desenhado uma lista mentalmente, mas só desenho mental não funciona comigo, definitivamente.
Eu já tentei planner, agenda de papel, agenda eletrônica, app pro celular, ponto de macumba (brinks) etc e nada deu muito certo, mas estou tentando seguir uma técnica que o  Sander (ele é extremamente organizado) tinha me falado e que eu vi recentemente no instagram de uma amiga, com o nome de Fly Lady, que ajuda as donas de casa americanas (que vivem em casas grandes, tem filhos e não tem empregadas) a terem uma vida mais *organizada* através de um planejamento diário elaborado em uma rotina noturna.

É assim: durante a noite, a gente faz uma lista das coisas que tem a fazer no dia seguinte e já deixa encaminhado o que for possível, como, por exemplo, a mesa do café da manhã, a roupa separada etc.

Ainda estou em fase inicial tentando este caminho... Até agora, tive um pouco de êxito, mas não 100%.
Me desejem boa sorte!

2. ME ALIMENTAR MELHOR

Projetos do tipo Verão, Pugli e Lalá Noleto nunca fizeram parte das minhas metas de vida.
Não sou adepto da cultura de idolatria ao corpo e sempre fui muito desleixado com alimentação, apesar de estar consciente dos erros cometidos.
Porém, queria fazer diferente em 2016 e me alimentar de forma um pouco menos trash.
Considerando janeiro como parâmetro, não sei se vou conseguir, rs.
Acho que só comi decentemente uns 5% das refeições e as outras 95% foram bem errados e desregrados, rs.

Minha idéia era evitar comida de rua e tentar fazer minha própria comida, mesmo que não fosse todos os dias (nesse caso, qualquer ajuda já é muito válida). Doce ilusão...

A verdade é que eu até curto o ritual de fazer a dona de casa feliz tipo American Dream Way of Life, mas meu ritual é lento e fazer uma refeição demora entre 2 e 3 horas, ou seja: é inviável manter isso como rotina mas o Sander está fazendo o papel de melhor namorado/companheiro/marido do mundo, preparando comidinhas saudáveis e deixando porções congeladas pra mim.

3. WANNA BE YOUTUBER

Eu sempre fui uma pessoa complexada e quem me segue há mais tempo sabe que eu não sou do tipo que gosta de aparecer e celebrizar a própria imagem.
Se por um lado eu acho legal não depender da minha imagem para me estabelecer enquanto profissional (assim, as pessoas me seguem por se identificarem com a minha personalidade e com o que eu sou capaz de fazer e não por uma imagem que pode se desfazer a qualquer momento) por outro lado, acho importante que quem está do outro lado da tela saiba quem está produzindo o conteúdo.
Isso ajuda, inclusive, a valorizar mais o trabalho e traz um reconhecimento que faz muito bem para quem está produzindo o conteúdo, em todos os sentidos.

Eu já tinha essa consciência, mas a vergonha e o medo de estar na frente das lentes sempre me afligiu, até eu começar a usar o snapchat e ter uma interação mais pessoal com vocês; eu fui me sentindo mais seguro e isso serviu para eu colocar em prática um projeto que vinha adiando há tempos: o meu canal no YouTube.

Ele já existia, na verdade, mas eu nunca aparecia. Como alguns de vocês já puderam notar, tem vídeos com a minha cara no canal agora, depois de muita sessão de terapia via SnapChat e desabafos sobre complexos de infância (inclusive, fica a dica pra quem quer ter um canal no YouTube também mas tem vergonha de aparecer: treina no snap. Ajuda muito!).

A meta agora é gravar mais e tentar juntar isso com o primeiro item da lista: manter a regularidade no canal para que ele possa crescer.


4. SE CONTROLA, MULHER!

O curso de moda me fez pensar muito sobre consumo consciente e hoje em dia eu não consigo mais comprar uma peça de roupa apenas porque ela está bonita no manequim ou porque é um desejo sazonal no inconsciente coletivo que vai durar apenas 3 semanas; hoje, pra mim, uma peça tem que atender basicamente a dois critérios: ou ela supre minhas necessidades básicas de proteção ao corpo (nesse caso, a gente investe em peças básicas e as utiliza durante muito tempo pela sua versatilidade) ou ela deve ter uma história e, nesse caso, ela te acompanha pelo resto da vida.

Talvez eu tenha trocado um vício de comprar roupas por objetos de decoração, mas meu raciocínio para comprar peças para casa segue mais ou menos os mesmos critérios e eu prefiro investir em peças únicas, que tenham a ver comigo e que me ajudem, de alguma forma, a contar um pouco da minha história e da minha visão de mundo para as pessoas.

Mesmo assim, é cada vez mais claro pra mim que a gente precisa comprar menos.
Se você ainda não viu, recomendo fortemente que veja o documentário A História das Coisas, que está incorporado aqui em baixo. Ele é bem curtinho e fala sobre como somos estimulados o tempo inteiro a comprar para manter a indústria viva e a gente não pode simplesmente ceder. Temos que fazer a nossa parte e resistir aos infinitos estímulos do mercado de forma consciente.



Ai, Math, que papo chato...
Ok, não vou me prolongar nesse assunto, prefiro deixar para outro momento, mas consumir menos é mais e é também uma das minhas principais metas para 2016, tendo em vista que em 2015 eu perdi as contas do quanto comprei (ainda vou fazer um vídeo -talvez mais de um- falando sobre essas compras todas, tá?).

5. BORA SE AMÁ

Essa é talvez o meu item favorito da lista, rs.
Lembram que eu falei lá em cima que não tenho tempo pra responder vocês da forma como eu queria poder fazer?
Então, workshops, oficinas e palestras são legais porque a gente pode se encontrar e bater um papo pessoalmente, com mais calma e sem a frieza do papo a distância intermediado por telas e caracteres.

Além disso, eu me sinto muito mais útil e, por tabela, feliz ao saber que estou ajudando as pessoas de forma mais direta e objetiva; também tem o fato de que me estimula muito ver gente bonita e feliz colocando a mão na massa e inventando novidades criativas.

Em resumo, quero que em 2016 a gente se encontre mais vezes, seja em pequenos eventinhos do blog, seja em palestras e oficinas, seja em workshops (ainda é totalmente secreto, mas tenho 3 projetinhos em lugares diferentes nesse estilo que, se derem certo, será maravilhoso. Mandem boas energias...).

E vocês, o que tem como metas para 2016?
Me contem aqui em baixo ou nas redes sociais... Vamos bater papo e trocar figurinhas...

Bjs do Math!

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