Eu já fiz retrospectiva lá no instagram, através do stories, mas como sou uma pessoa de alma ~vintage~, senti necessidade de fazer aqui no blog também, afinal, isso aqui é meu diário e quando eu for uma senhora idosa que veste paetê e gliter pink dos pés a cabeça para ir fazer alongamento na pracinha de manhã, vou amar relembrar a loucura que foi 2018, então, vamos lá:


A gente começou o ano mudando de uma kitnet para um apartamento e foi aí que eu descobri que diário da reforma na vida real não é tão legal quanto no Youtube, porque surge um ralo de dinheiro do tamanho do mundo em baixo do seu pé e você não sabe como lidar com isso.
Além de que eu pensei que decoraria e deixaria tudo pronto em duas semanas, no máximo -e até hoje as coisas não estão realmente como eu gostaria (tem uma luminária em cima da mesa ao invés de estar pendurada no teto da sala, entende o que eu tô falando, meu anjo?).

Logo em seguida, lancei um calendário junto com a Dani Noce e isso me deixou muito feliz e serelepe, afinal, eu sempre admirei muito o trabalho da Dani e do Paulo (me adotem, PLMDDS).
O calendário foi desenvolvido por mim, baseado em coisas que fazem parte da rotina e do lifestyle desse casalzão da poha.
Quem baixou, amou. Quem não baixou, torce aí pra gente fazer outros colabs no futuro, hehehe.

Eu também prestei consultoria em social media para marcas e produzi conteúdo para a Forever 21 juntamente com o Sushi.
Na real, o Sushi foi o convidado principal do pessoal da Forever. Eu fui a tiracolo porque o Sushi não faz conteúdo sozinho, rs.

Vi minha casa e a nossa hashtag #CASAVIADA virarem festa e tema de decoração no workshop das amigas da Dona Aranha, no Rio.
Sério, mana: cê tem noção do que é isso?
Um menino pobre que amava ler revista de decoração inventa um dia uma hashtag nonsense numa rede social para inspirar as pessoas a deixarem suas casas mais leves e inspiradoras vê essa idéia ganhando outros ares, saindo do digital e virando tema de evento?
Apenas uma palavra: PLMDDS 🤣🤣🤣

Também falei sobre como foi crescer sendo uma criança viada e sobre um assunto que é muito pessoal e intenso pra mim -a proteção contra o abuso sexual infantil;
Abrir o coração para falar sobre esses assuntos sempre gera um certo desconforto, é verdade. Mas a causa por trás disso é maior e mais importante que qualquer desconforto e foi lindo ver o conteúdo ganhando espaço.
Obrigado e não vamos parar, viu...


Ganhei um bolo de 🌈arcoiro🌈 belíssimo no meu aniversário e tive que comer sozinho (que pena, não é meishmo?) porque ninguém tinha gasolina para sair de casa -nem mesmo eu (quem lembra da greve dos caminhoneiros e do caos que o país se tornou?).

Comprei meu primeiro iPhone NA VIDA e isso foi ótimo porque, assim, eu consegui produzir mais conteúdo legal de forma mais prática, através do celular mesmo -além da melhoria nos stories, que várias migas já vinham sinalizando que ficavam sempre com qualidade muito baixa.

Também entrei no Mapa Design, um projeto de mapeamento (dãããã) dos designers de Brasília, que virou um guia (digital e impresso) de profissionais em diversos segmentos do design para a cidade. O material impresso teve tiragem limitada, mas o mapeamento pode ser conferido no site do Mapa Design.

Fui convidado a participar como um dos personagens de um documentário sobre a cena criativa digital de Brasília, junto com a minha amiga Juliana Louise e com o João Doederlein.
A parte mais linda de toda essa história é que o documentário era projeto de uma seguidora que me acompanha há tempos e se tornou uma amiga super querida.
O documentário tá lindão (apesar de que em várias cenas meu cabelo tarra uma 💩, mas a gente faz de conta que é conceitual, tá? Brinks, eu amei tudo, inclusive meu cabelo com vida própria) e foi lançado no MathFest, que é outro assunto... Vai descendo que já já você chega nele :)


Fiz mais um evento fora da cidade (desta vez, em Goiânia -e foi maravilhoso).
Saí daqui com as miga Thais Terra e as manas da Moça do Buquê pra gente falar sobre criatividade e sobre o mercado de festas com a galera de Goiânia e eu não imaginava que mesmo sentindo tanto calor, dava pra se sentir tão bem. O calor tava do cão, mas a energia tava tão maravilhosa que eu só consigo ter boas recordações.

Sabe a ABCasa, a maior feira de design da América Latina?
Então, eu tava lá, rs.
A convite da Celebrar, assinando um dos stands na feira e aproveitei a passagem por SP e fiz maratona de editoriais para a Flamingo em Festa, junto com a Jess Vieira, uma das pessoas mais lymdas de SP.
A gente pensou que não sobreviveria a 6 produções + alguns flatlays em 2 dias, mas conseguimos.
YAY!


Também realizei o sonho de ver um show do Rouge ao vivo e ser possuído pelo ritmo ragatanga foi uma das melhores noites da minha vida.
Claro que eu chorei, pois sou a pessoa que mais chora em shows na vida. E comprovei de pertinho que as meninas são mesmo maravilhosas e merecem todo o sucesso do mundo.
Donas da poha toda, sim!
✨💖✨

Rolou meu primeiro colab com uma empresa gringa -a Noodoll, uma marca fofa de pelúcias de bichinhos e monstrinhos de Londres.
Eu conheci a loja deles durante a viagem, ganhei mimos e sigo apaixonado por absolutamente tudo o que eles fazem.

Assinei meu primeiro contrato com uma marca de alcance global (mas só posso falar sobre isso depois) e assinei minhas primeiras linhas de produtos: uma de papelaria, para a Magnólia -que vocês já conhecem e que já está rodando por aí (vou falar mais sobre ela em breve aqui no blog).
A segunda, eu também não posso falar ainda, mas assim que puder, conto tudo pra vocês <3

Alcancei meu primeiro bilhão na vida, e não tô falando de dinheiro: meus gifs, feitos pra gente usar nos stories no instagram, foram visto 1,8 bilhões de vezes em 2018 desde que os coloquei no ar.


Pisei na Europa pela primeira vez e dei close na Alemanha no Reino Unido e na França. Gravei tudo e a viagem vai virar um especial de férias bem menininha que entra no ar nas próximas semanas aqui no blog e no canal, com um monte de dicas e achadinhos fofos que a gente adora.

E teve o Math Fest, um dos meus maiores orgulhos até hoje -um encontrinho em novo formato, como um marco do que está por vir.
No MathFest, a gente lançou o documentário da Júlia e a nossa primeira coleção de papelaria.
O evento tava realmente muito lindo e incrível e ver a galera interagindo com tudo foi uma das sensações mais incríveis da minha vida.

Deste mesmo evento, nasceu uma parceria incrível com a Dunkin Donuts e eu assinei uma campanha de natal com muito rosa para a marca no Brasil.
Eita!


E quando parecia que tinha acabado, ainda teve o nosso primeiro workshop sobre tendências e inovação com os amigos da Sala, no meu cantinho favorito de São Paulo: a Vila Madalena.

E obviamente, um ano tão intenso merecia um encerramento à altura, né non?
Daí veio a última maratona para produzir o editorial de fim de ano, que já é um dos meus favoritos de todos, com uma mensagem incrível e uma produção super divertida de fazer e de se ver....



Putz, quanta coisa, né?
Tudo aconteceu de forma muito rápida e intensa, sem que eu mal tivesse tempo para respirar.
Por isso, boa parte destas coisas ainda nem apareceram aqui no blog... mas elas virão, no momento certo, com aquela dedicação de sempre, explicando com carinho tudo o que envolveu cada um desses fatos.

Mas afinal, o que deu pra aprender com tudo isso que possa ajudar a ter um 2019 mais incrível?

Em vários momentos, quis fazer a loka surtada, jogar todo pro ar e tive a sorte de ter ao meu lado pessoas incríveis e generosas me mandando tomar vergonha na cara incentivando a prosseguir.

Valorizar as pessoas e demonstrar gratidão sempre foi algo que eu pratiquei e ouvir as pessoas com coração aberto tem sido um dos meus maiores aprendizados nos últimos anos, tendo em vista que eu sempre fui muito centralizador.
Mas a vida vem me mostrando cada vez mais que a gente não chega a lugar nenhum sozinho e a gente precisa ter pessoas ao nosso lado para somar. E eu não sou de exatas, mas dá pra ter uma idéia que soma não se faz com um só. Pra somar e multiplicar, a gente precisa do outro.
Vishe, parece que eu falei bonito agora... rs.

2018 foi o ano mais marcante entre os últimos anos da minha vida porque foi em meio a tudo isso que eu finalmente comecei a entender o propósito por trás do que eu venho fazendo ao longo dos últimos 7 anos, e essa descoberta muda muita coisa.
Parece meio sem noção falar que apenas depois de 7 anos descobri o propósito (você deve estar ser perguntando -que que essa doida tava fazendo então, menina?), mas a verdade é que eu acho que ele sempre esteve ali, só que eu estava tão focado em construir bases sólidas para essa coisa mágica que a gente compartilha, que não conseguia ver quão grande poderia ser.

Também aprendi com 2018 que, se a gente esperar o momento e o cenário perfeito pra colocar alguma coisa em prática, é provável que ela nunca saia do campo das idéias (principalmente se você não tiver nascido em berço de ouro).
Em certos momentos, eu fiz malabarismo com as idéias, tentando canalizar energia para coisas distintas ao mesmo tempo e isso pode ser assustador as vezes, mas o mundo não para pra gente fazer uma coisinha de cada vez.

Olhando para tudo isso que aconteceu, eu mesmo não sei exatamente como consegui.

Na verdade, até tenho uma idéia: foram incontáveis crises de dor na coluna, muitas noites viradas, muitas, muitas vezes em que eu respirei fundo e repeti pra mim mesmo internamente que era só um momento e que logo as coisas voltariam ao "normal" e tantas outras coisas que me fizeram questionar se eu realmente queria isso pra minha vida e a resposta foi um sonoro SIIIIM, rs.

E para o ano que começa, 2018 deixou uma vontade incontrolável de voltar a estudar, aprender coisas novas e sair ainda mais da minha zona de conforto, lidar com coisas que sempre me trouxeram medo e me deixaram desequilibrado, afinal, a gente tem uma mensagem para levar para o mundo e, para isso, precisamos trabalhar na construção desse palco, que não vai ficar em pé sozinho.

Fazendo de conta que esta é a página de resoluções para 2019 do meu planner, eu escreveria:
Fazer pelo menos um curso -VM, cenografia, ilustração ou direção de arte;
Cuidar da minha saúde (que eu negligenciei durante os últimos 8 anos);
Retomar o hábito da leitura (não apenas de figurinhas);
Fazer minha primeira tattoo;
Talvez furar a orelha (ainda tô em dúvida);
Estudar algo sobre economia (pra quem não sabe nada, qualquer coisa tá valendo. Alguma sugestão de primeiro passo?)

E você, pelo que agradeceria a 2018?
E o que colocaria na sua folhinha de resoluções pra 2019?

Me conta aqui e no ano que vem a gente volta e olha esse post juntos, que tal?

Bjs do Math e um 2019 incrível pra gente...

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