Sim, eu já postei sobre a mudança para o apartamento novo no YouTube, mas eu amo ser old school e adoro ter tudo documentado bonitinho aqui no blog, até porque ele acabou se tornando uma espécie de diário mesmo pra mim, então, vai ter post também. Obrigado, de nada.

Se você já me acompanha há algum tempo, sabe da história da quitinete (já viu o tour de despedida? já se inscreveu no canal, merman?) e também já deve ter visto os vídeos com as primeiras etapas da mudança...
Se você é novo ou chegou aqui por algum mecanismo de busca, tá tudo listadinho aqui em baixo pra você não ficar perdid@, ok?

Então tá... bora lá!
Nós começamos a pensar em mudança ainda no final do ano passado e, como em todos os anos anteriores, o maior receio era ter que encarar toda a parte burocrática que envolve o processo em busca de uma casa nova... acontece que mesmo querendo evitar a fadiga, a quitinete realmente já não estava mais fazendo sentido, não comportava nossas coisas e isso sempre gerava stress pra todo mundo, apesar de todos os prós de morar onde morávamos: um bairro maravilhoso, com tudo a poucos passos de distância.

Acontece que ter tantas comodidades por perto tem seus custos, né? E a gente tava sentindo o aperto não apenas no espaço, que parecia ficar menor a cada dia, como também no bolso, afinal, a crise veio, o mercado imobiliário virou de ponta cabeça e no meio de toda essa loucura, nosso aluguel passou a ficar acima do valor da média do mercado depois de tantas renovações de contrato (Sander estava lá há quase 10 anos e eu estava com ele há pouco mais de 6).

Se você não é de Brasília, uma dica sobre essa cidade maravilhosa: tudo aqui é meio louco e o que parece perto na verdade, não é tão perto assim, e essa se tornou uma das principais preocupações -encontrar um novo lugar que não fugisse do eixo onde toda nossa vida se estruturou nos últimos anos, tentando ir para um lugar maior e pagando não muito mais do que pagávamos onde estávamos.
Daí começa a saga frenética e estressante de olhar site de imóveis, entrar em contato com imobiliária, pegar chave, visitar apartamentos, se frustrar muito por ver tanta coisa velha e mal cuidada -mesmo numa cidade tão nova- e chegar em casa bem triste e cansado no fim do dia achando que tá preso na caverna do dragão pra sempre (afinal, se você não tem milhões na conta, vai ter várias regrinhas no meio do caminho pra dificultar tudo sempre)...

Assim foi e a gente se obrigou a ir conhecer pessoalmente o máximo de lugares possível, afinal, nem tudo é na vida real como se parece na internet. E aí fica uma dica: por mais cansativo que seja (e é bastante, tá?), coloca o pé na rua, mana...
A gente conheceu muito lugar que parecia incrível na internet e pessoalmente era super problemático, tanto pelos arredores quanto pela estrutura do local, mas também achamos apês que pareciam terríveis nos sites e pessoalmente nos surpreenderam positivamente.


Porém, quem vive de aluguel e já teve que se mudar alguma vez na vida, sabe: encontrar o lugar ideal levando em conta o que fica melhor pra todo mundo é difícil... quase uma missão impossível.
E por incrível que pareça, o último apartamento que visitamos é que foi o nosso escolhido, por alguns motivos, entre eles:

1) Continuamos na mesma região da cidade -apenas migramos para o bairro ao lado, com uma distância de aproximadamente 2 quilômetros, o que me possibilita continuar com uma rotina "similar" à que eu já tinha antes.

2) Nosso prédio é super bem cuidado, foi reformado há não muito tempo e está sempre limpinho (esse é um fator decisivo, depois de andar por tantos lugares sujos e mal iluminados, com cara de cortiço abandonado).

3) Temos uma quantidade considerável de espaço a mais. Saímos de uma quitinete de aproximadamente 32m ² para um apartamento com 50m ². Melhorou consideravelmente a vida, viu, manas... não tem como negar

4) Temos cômodos. No momento em que só se fala de ambientes integrados, só quem vive em um lugar sem paredes sabe o quão complicado pode ser. A gente sempre sentiu falta de privacidade, de espaços separados/reservados e finalmente, temos.

5) Iluminação e ventilação: nossa quitinete tinha uma única janela grande no lado oposto da porta de entrada (dá pra entender melhor vendo o vídeo de tour, tá?) e isso era muito incômodo no que se refere a entrada de luz e vento.
Basicamente tudo dava sombra a qualquer hora do dia (quem me conhece sabe o quanto eu amo luz. LUZ, viado!) e não tinha outro ponto de entrada de luz pra compensar. Sobre ventilação, nem preciso explicar como era sofrido passar calor em um ambiente onde não se tem circulação, preciso? Rs.
Nosso apartamento atual é vazado, o que significa janelas em todos os cômodos, com uma entrada generosa de luz e uma circulação maravilhosa de ventilação.
Can I get an amen?

Conheça nossa nova casa aqui:


Apenas lembrando que encontrar o lugar ideal não significa achar o lugar perfeito, tá? -Até porque perfeição não existe e a gente sabe disso.
Mas acho importante dizer que o melhor lugar é, sim, o que te permita colocar as suas melhores ideias em prática. Ele pode ser muito simples e não precisa estar impecável, só precisa ser uma boa base que sirva como tela em branco. O resto é mangas arregaçadas, um pouco de suor e a mágica acontece.

Desde que decidimos que este seria nosso novo lar, minha prioridade básica foi deixar a base digna, tudo bem branquinho e com pitadas de cores, pra alegria e boas energias sempre terem passagem aqui dentro.
Já teve vídeo sobre isso também, com DIY, inclusive. Dá pra ver aqui em baixo:



Depois de substituir todo o bege calcinha das paredes por branco e colocar minhas ideias coloridas em prática nas portas e paredes, ficou assim:



Aproveitando que o assunto é pintura, uma dica pra você que quer uma casinha com muita luz e com a luz maravilhosa das casas gringas que a gente vê no pinterest: branco neve é a cor, tá, mores?
Geralmente -principalmente em lugares alugados-, o padrão é usar branco gelo nas paredes, acontece que branco gelo na verdade é um tom de cinza clarinho e frio, que pode deixar as cores dos ambientes da sua casa mais "tristes". Se você gosta de escândalo e gritaria como eu, se joga no branco neve mesmo e vama se abraçar no meio da rua usando body de gliter. Ok, talvez eu esteja exagerando um pouco, mas dá uma olhadinha nesse antes e depois aqui em baixo e me diz se eu não tenho razão, meu anjinho de luz:


A mesma coisa aqui no home office:
Com a base pronta, foi a hora da mudança em si, procurando empresas de mudança que carregassem as coisas com cuidado (esse é sempre outro problema, né? Carregaram meu sofá protegido só de um lado e deixaram o outro cheio de manchas... bem legal, né? SQN) e descobrir que o trabalho e os gastos estavam apenas começando, rs.

Eu ainda vou mostrar as próximas etapas no canal, mas queria muito fazer esse post para servir de "marcador", separando a etapa inicial das demais aqui no blog, já que eu não tive tempo de fazer um post sobre cada etapa especificamente, okay?

Nos próximos dias, eu vou dividir com vocês as minhas inspirações para cada cômodo e mostrar como fui colocando as idéias em prática, quais minhas estratégias para economizar tempo e dinheiro e ainda conseguir uma decor com personalidade no final.
Então, se você ainda não se inscreveu no canal, não faz a sonsa, né, fia (brinks)... mas real: aproveita e se inscreve pra não perder os próximos vídeos ;)

Desde já, quero agradecer pelo carinho de vocês com minha história, com minha casa e por me darem um espacinho na vida de vocês para mostrar que não é preciso nascer rico e herdeiro de uma fortuna para ter uma vida inspiradora.
Eu sempre acreditei que na criatividade como uma moeda mais valiosa que dinheiro e tentei criar coisas únicas e inspiradoras com os recursos possíveis na minha realidade e receber o feedback de vocês tem me mostrado que eu estive certo em acreditar nisso e em optar por mostrar tudo de forma simples e honesta. Sem firulas, sem falso glamour.

Obrigado por tudo.
Beijos do Math e até a próxima!

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