Oi, gente!
No último fim de semana Sander e eu fomos à Belo Horizonte pro casamento de uma amiga -e é claro que a gente aproveitou pra emendar com o feriado e conhecer um pouco da cidade (que, apesar da proximidade, eu ainda não conhecia).


Fomos de carro, o que se tornou uma mão na roda e ajudou muito no deslocamento e dessa vez eu levei só a instax pra fazer as fotos da viagem porque queria um post mais conceitual.

Mentira!

Eu levei minha câmera nova também; acontece que acabei de comprá-la e não sei usar ainda porque é  beeem diferente da antiga (vou fazer um post falando sobreas duas), então eu resolvi usar a instax mesmo, que não é boa, mas pelo menos eu sei "mexer". Como filme de instax é caro (#FujiMePatrocina) e eu não tô jogando dinheiros pela janela, fiz apenas algumas fotos, mas consegui deixar o post como eu queria: com carinha de scrapbook, meio diário de viagem <3.

Esse é, talvez, o post de viagem mais simples e "sem sal" do blog, porque, graças ao feriado, todos os lugares fofos que eu queria ir estavam fechados, mas mesmo assim, eu queria compartilhar a experiência com vocês através dessas maravilhosas fotos analógicas sem foco e com iluminação nível estúdio da Vogue Itália.
Vai vendo...

Na sexta a gente não fez nada porque chegamos ao hotel cansados e com bastante sono.
A propósito, ficamos no Ibis Styles da Pampulha, hotel novinho que foi feito pra copa.
Diferente do Ibis "clássico", o Styles tem café da manhã, decoração bonitinha/fofinha/lúdica e funcionários mais novos e comunicativos.
Tive vontade de roubar as cadeiras da recepção e sair correndo como se não houvesse amanhã #cleptomaniaca.

Mercado Central

No sábado pela manhã, fomos conhecer o Mercado Central de BH, que é tipo... hmmm, deixa eu pensar... tipo mercado central mesmo, com barraquinhas/lojas pra todos os gostos.

Tem de tudo, mesmo: barracas, lojinhas, comida, decor, bebidas e até bichinhos presos em espaços cruelmente apertados (aliás, deu muita aflição ver essa parte e a gente passou rápido pra não ter que ficar olhando porque é revoltante) e o espaço não é muito grande, então, fica tudo bem apertado, parece que tá sempre superlotado, rs.


Como todo Mercado Central, o legal é ver a variedade de comidas e objetos regionais. No de BH, o destaque fica por conta da variedade de queijos e doces (e pra quem gosta, tem ~as cachaça~ também.


Fomos convidados a provar um fígado com jiló que servem numas bancas do Mercado. Eu odeio jiló, mas disseram que não tinha gosto amargo porque eles cortam de um jeito diferente e eu resolvi dar uma chance.

De fato, não é ruim e não tem gosto amargo, mas eles servem de um jeito bem exótico com o qual eu demorei pra acostumar (acho que não me acostumei, na verdade): pra começar, eles chamam os clientes no grito -literalmente- e o tal prato é tão famoso que os poucos lugares que servem ficam lotados e muito apertados, até porque eles também servem cerveja beeeeem gelada (o que não me interessa porque eu não bebo) que funciona como chamariz pra atrair mais e mais gente.

Quando eu digo lotado, estou falando de algo tão apertado e quente que tive que sair depois de alguns minutos porque não estava conseguindo respirar direito.
A sofisticação é zero, rs, mas a experiência é bem diferente e se você tiver com o espírito bem aberto, vai se divertir no meio da zona...

Mercado Central:
Av. Augusto Lima, 774
Centro

Feira Tom Jobim


Depois do casamento, meu principal objetivo da viagem era garimpar achadinhos na Feira Tom Jobim, que acontece todo sábado das 8h às 17h com barracas de comidinha e expositores de antiguidades.

Acontece que a gente não sabia, mas os expositores de antiguidade vão embora mais cedo; a gente chegou na feira por volta de 15h30 e só as barracas de comida estavam funcionando. As outras já haviam encerrado suas atividades e eu fiquei muito, muuuuito triste. Tanto que não quis fazer mais nada o resto do dia.
Por sinal, eu fiquei tão bolado que nem experimentei das comidinhas, então, não sei dizer muita coisa, porém, todo mundo fala maravilhas.

Temos outra viagem marcada pra MG ainda esse ano e já está combinado que eu vou fazer a Becky Bloom nessa feirinha porque EU NÃO SOU OBRIGADO.
Eu ouvi um amém?

Casório


O domingo estava reservado unica e exclusivamente pro casamento da nossa amiga, que começaria as 10 da manhã e se estenderia até as 17h. 
E assim foi, com muito amor no ar... me emocionei e chorei porque sim.
Me deixem.
Leave Britney Alone.
Hahahaha.
<3
Pampulha


Nós ficamos hospedados na região da Pampulha e passamos pela lagoa várias vezes, mas só fomos para, de fato, observar, na segunda feira de manhã.
Eu sempre tive curiosidade pra conhecer a igrejinha e imaginava ela um pouco maior que ela é na realidade.

Lá dentro tem umas pinturas maravilhosas, mas é proibido tirar foto.
Geral viola a regra e fotografa mas eu preferi respeitar e apenas deixar pra vocês conhecerem pessoalmente.
Posso dizer que é uma arte sacra moderna, diferente de tudo que eu já vi em igrejas.

Em relação à Lagoa em si, eu senti falta de um projeto paisagístico... achei lindo ver as pessoas correndo na região, mas não vi flores ou canteiros bonitinhos por lá, o que poderia deixar tudo mais charmoso.

Mineiros, se eu estiver falando algo errado, me corrijam, rs. É apenas opinião pessoal! :)

Antiquários

Se Maomé não vai à montanha, ele e a montanha que se resolvam.
O que importa é que eu queria comprar antiguidades e estava decidido a não voltar com a mala vazia.
Fomos então conhecer o Velho Armazém, um dos antiquários mais famosos da cidade que fica na Rua Itapecerica (esse da foto aí em cima) e aproveitamos pra dar uma olhada nos outros que ficavam próximos.

A rua é meio "suja" e eu fiquei um pouco tenso porque circula uma galera mal encarada pelos arredores, mas deixei o medo no bolso e fui circular...

O Velho Armazém faz jus à fama com seu acervo amplo e completo, porém, o atendimento é péssimo e o preço é bem alto.
O atendimento é tão ruim que olhei tudo "correndão" só pra matar a curiosidade e saí correndo do lugar porque não estava me sentindo bem lá dentro.
E, olha... quando se trata de caçar antiguidades, eu tenho toda paciência do mundo, mas lá não tava fácil não!

Proximo dali, fomos muitíssimo bem atendidos pelo Jorge, um senhor muito divertido que é dono do Cheiro de Mofo, outro antiquário que, apesar de não ter a popularidade (e o espaço físico) do Velho Armazém, me deixou mais satisfeito. Consegui comprar lá uma revista O Cruzeiro que eu já estava procurando há tempos e um toca discos antigo que também estava na minha lista de desejos.
Ah, os preços também são mais baixos! 

Antiquários:
Rua Itapecerica, Lagoinha.

Brechó Brilhantina
Primeiramente, queria pedir palmas pra obra prima que é essa foto maravilhosa que eu tirei do Brilhantina!
Acreditem: era 3 da tarde quando tirei essa foto tão ~bem iluminada~.
Não sei como consegui fazer isso, gente... Coisas de Instax, ahahaha!

Tô zoando e fazendo draminha aqui porque sou desses, mas, na verdade, a foto ficou escura assim porque na frente do brechó tem uma árvore gigante que barra a luz e eu esqueci de configurar a câmera antes do clique (e só vi que tinha ficado escura depois que a gente foi embora).

Fui conhecer o Brilhantina em busca de peças vintage pra guardar no acervo pra editoriais; tem bastante coisa legal lá, mas nada antigão como eu queria, então, acabei não comprando nenhum item.
Porém, se você não procura algo tão antigo e quiser peças pra uso pessoal, acho que dá pra garimpar umas coisas bem bacanudas por lá. 

Rua Tomé de Souza, 821, loja 3.
Savassi.

Fabiano Valente
Loja de Presentes

A Fabiano Valente foi um dos meus achadinhos da viagem tipo amor à primeira vista: a gente estava andando e de longe eu vi uma casa rosa e branco no meio da rua e me joguei no chão fiquei curioso pra saber o que era. Nos aproximamos e eu descobri que era uma loja de presentes focada em molduras e pôsteres.

Uma casa rosa que vende moldurinhas e objetos retrô. SOCOOORRRRO!
Lá dentro tem muita coisa legal? Sim ou com certeza?
Telefone retrô, bonecos, ursos, imãs de geladeira e mais um monte de outras coisas.
E o preço? -É amigo, gente. Oba!
Quer conhecer também?

Avenida Cristóvão Colombo, 336, Funcionários
De segunda à sexta, das 9h às 18h30
Sábado das 9h às 13h30

A Pão de Queijaria

Uma das tias da nossa amiga noiva nos indicou esse lugar destruidor de projetos Lalá Noleto: A Pão de Queijaria, que serve sanduíches feitos com pão de queijo no lugar do pão tracicional.
O lugar é bem pequeno (por ser pequeno, fica meio escondidinho) e o ambiente tem uma pegada industrial moderninha que eu adorei. Aliás, a identidade visual da Pão de Queijaria é sensa!

O que interessa a identidade visual num lugar que serve comida, menino?
Pra mim, muita coisa, porque eu como com os olhos e com o nariz antes de comer com a boca, né, mores!
Aliás, quem já leu os posts de viagem anteriores já deve estar acostumado com isso... eu sempre quero mais do que só comida! Rs.

Se é bom?
Queria ter comido três.
Tá boa essa resposta?

Uma coisa que eu adorei: tem opção vegetariana no cardápio e as opções de recheio e acompanhamentos são "diferentes" e fogem do trivial.


A Pão de Queijaria
Rua Antônio de Albuquerque, 856. Savassi
Segunda à Sábado de 11h30 às 23h30

Lojas de Disco

Ter uma vitrola sempre foi um sonho pra mim, mas eu não lembrava como é o lance de enjoar das músicas de um disco porque tô acostumado com uma biblioteca ampla no computador e no celular.

É simples: gostou de uma música? Baixa.
Enjoou? Apaga!
Mas com disco não é assim, né...

Eu já tinha enjoado um pouco dos que tenho aqui porque ouço sempre; descobri que em BH tem muitas lojas de disco bem bacanas e fui atrás de novidades pra vitrolinha do amô.

Na Galeria Praça 7 tem várias lojas que vendem CD's e discos de vinil novos e antigos, inclusive tem alguns bem raros por lá, muitos em ótimo estado, sem arranhões.
Eu trouxe pra casa Tom Jobim, Françoise Hardy, America, Sade, Django Reinhardt (DJANGOOOO <3. Veja aqui minha reação quando encontrei um disco desse cara f*dão que eu amo de paixão -amo tanto que até faço rimas toscas, gente...), Carpenters e outras coisas lindas e maravilhosas que pretendo mostrar em breve por aqui.

A loja onde fui mais bem atendido é a Entre Rock, que fica no segundo andar.
O acervo não é tão grande mas o Marcos -o dono da loja- é super atencioso, compartilha dicas, coloca os discos pra gente ouvir sem pressa e tem todo um cuidado especial com seu material de trabalho. É minha indicação #1.
No térreo tem outra loja que não lembro o nome, mas que tem um espaço escondidinho no subsolo com um bom acervo de discos de Jazz. Vale super a pena dar uma passadinha lá, mas os preços são um mais altos. A dica é passar por todas as lojas antes e depois decidir onde comprar, porque tem várias e muita coisa do acervo se repete nas lojas com variação considerável no valor.

Galeria Praça 7
Rua Rio de Janeiro 630, Centro.

Infelizmente os outros lugares que estavam no meu cronograma estavam fechados por causa do feriado, mas eu volto em MG ainda esse ano e, se der certo, tento passar por lá pra mostrar pra vocês.

Bjs do Math e até a próxima!

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