Dizem por aí que a vida só se completa quando a gente planta uma árvore, escreve um livro e tem um filho, mas a minha To Do List tem mais uma coisa: produzir um curta.

Sou uma criatura totalmente imagética e o audiovisual sempre foi uma paixão pra mim e eu adoro particularmente a linguagem dos curtas pela inteligência empregada pra contar uma história e envolver emocionalmente o telespectador com poucos minutos, criando nuances e fazendo a narrativa ganhar vida.

Tem mais um feriado chegando por aí (obrigado, Deus!) e eu resolvi compartilhar com vocês os últimos curtas mais fofos que eu assisti.
Caso você não esteja em Paris no fim de semana, pode ser uma boa pedida assisti-los. Rs.
Quem topa?

JULIE, AGOSTO, SETEMBRO


Julie, Agosto, Setembro conta a historia de Julie, uma garota suíça  que vem passar um tempo no Brasil, mais precisamente em Goiânia.
O curta mostra de forma muito delicada como Julie sente na pele as diferenças gritantes entre os dois lugares e como os relacionamentos interpessoais estão diretamente ligados à percepção que temos do meio onde vivemos.
Sem spoiler, tá? Dá o play aqui em baixo. Vai valer a pena, eu garanto!



SELFIE


Apesar da fotografia fraca, Selfie me cativou pela capacidade de fazer refletir sobre como nos rendemos à cultura da imagem dos dias atuais; todos nós tentamos pertencer a algo e estamos em busca de aceitação e isso tem sido tão intenso que as vezes deixamos de valorizar coisas pequenas que estão ao nosso lado o tempo inteiro e que podem nos fazer sentir mais felizes e completos.

E o pior é que a imagem que sustentamos e mostramos ao mundo as vezes nada tem a ver com nossa realidade, nossa verdade. Me incluo nisso porque todos estamos sujeitos à cair nessa armadilha...

Não vou contar muita coisa pra não estragar a surpresinha da história, tá?



O amor é lindo...

ALMA


Alma me cativou pelo traço da ilustra e pelo estilo da animação.
Aparentemente bem fofo, o curta conta a breve história de uma garotinha que encontra na vitrine de uma loja uma boneca absolutamente igual a ela.
A história tem um final meio macabro (que não vou contar o que é) mas garanto a quem tem medo de filme de terror que pode assistir sem problema porque é suave e não rola capiroto, ok?



Medonho esse final, mas a Alma é uma gracinha, né, gente?

LUCKY YOU


Mais fofo que chá com algodão doce, Lucky You conta a história de um triste garoto azarado que conhece uma menina sortuda que não se sente tão feliz por ter a vida linda, feliz e colorida de pônei (Loka de Ki suco essa menina, gente!) que tem e fala sobre as improváveis possibilidades de se encontrar o amor.



TROIS PETITS CHATS


Uma mistura de Silvanian Families com Mark Ryden e Marion Peck, Trois Petits Chats cobre a triste história de uma família de gatinhos que se desfaz de forma trágica com uma estética fofa.
Aliás, vejo referências ao trabalho de Mark Ryder e Marion Peck além da questão estética: os conflitos e dramas psicológicos também são características dos ilustradores que aparecem no curta dos gatinhos.
O final é surpreendente, chocante, triste e macabro (tudo ao mesmo tempo), mas vale a pena ver!



E aí, gente... o que acharam dos curtas?
Quem tiver indicações pra compartilhar, tô aceitando, viu?
<3

Bjs do Math e atá a próxima!

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